O que alegra o coração humano é tão pouco, que parece quase nada!
- Flavio Ferraz

- 11 de fev. de 2023
- 1 min de leitura

O primeiro Natal não foi nada poético. Num lugar, próprio para acolher animais de noite, um humilde casal transforma, por uns instantes, aquele espaço rústico em um lar para o Filho de Deus. O Menino Deus chorou, como todas as crianças choram, mas d’Ele surgiu uma luz tão intensa, que a face da terra simplesmente se transformou. A noite se tornou dia, o vazio foi preenchido, a distância entre o céu e a terra foi eliminada. A promessa foi cumprida, o amor se fez humano, as melodias confirmaram a realização da esperança. Depois do primeiro Natal, a humanidade conheceu outro rumo, os ventos da incerteza tornaram-se brisa suave. A cada Natal, a essência continua a mesma, as lembranças se movimentam, as lágrimas expressam fortes emoções e a infância é lembrada com uma ternura sem igual. Por uns instantes, longe dos ruídos, o coração se preenche novamente daquela alegria, que brotava da simplicidade de pequenos presentes, de gestos transparentes, de olhares profundos e de encontros cheios de afeto. Natal é o milagre do quase nada, que se torna suficiente!

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